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TEATRO E CIRCUNSTÂNCIA


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Um grande painel do teatro contemporâneo na SESCTV.
Território das contradições e ambigüidades, o teatro permanece no século 21 como espelho da humanidade. Esta é sua natureza, desde a origem. E por ter a natureza tão bem definida, permanece sempre igual por muito que se transforme. Mais do que isso: continua vital e necessário, a despeito de sua morte insistentemente anunciada. De fato ele morreu e morre incontáveis vezes, porque é humano; porém renasceu e renasce sempre, porque é divino, é eterno. Devaneios poéticos? Não, realidade bruta. Isto é o que se depreende da série “Teatro e Circunstância”, que examina o fazer teatral de hoje em uma das maiores metrópoles do mundo, São Paulo, importante pólo da produção dramática contemporânea.

A idéia central da série foi investigar o teatro e as circunstâncias que hoje o determinam como manifestação artística. Elaborou-se um elenco de perguntas como princípio do projeto. As indagações geraram os temas. Estes sinalizaram os fazedores de teatro que melhor a eles se adequavam. Assim partiu-se para a investigação de campo, junto a grupos e profissionais de diversas áreas cênicas. Tomados os depoimentos, reunido o material de imagens de locais de trabalhos e cenas de obras realizadas, construiu-se o roteiro, capítulo a capítulo, cada um deles implicando um subtema, tendo autonomia como obra, mas de modo que o conjunto contemple o tema geral da temporada.

As Temporadas

A relação do teatro com a cidade foi o ponto de partida. O óbvio se impôs na arrancada: a atuação de coletivos teatrais na Praça Roosevelt, atuando no sentido da recuperação do espaço urbano degradado, surge de imediato quando, na capital paulista, se toca no assunto. O levantamento da ação começa pelo pioneirismo do Teatro de Câmara de São Paulo, o primeiro a lá se instalar, em meados dos anos 90, e culmina com o movimento atual, os vários grupos de atuadores que transformaram a praça, antes local sombrio e perigoso, em um dos mais agitados pontos da vida noturna paulistana. O olhar se desloca para a periferia, onde grupos teatrais vêm desenvolvendo intensas e surpreendentes ações, estreitamente vinculados à comunidade. Examina o trabalho estético de outros grupos que emulados pelo entorno da sede de suas atividades, tornam memórias e características locais em assuntos dramáticos. Olhando mais longe, encontra um celeiro de fazedores de teatro no distrito de Barão Geraldo, em Campinas, ao redor da Unicamp. Voltando ao centro da cidade, vai encontrar os coletivos que fizeram da rua o seu espaço de pesquisa e criação, dialogando com todas as classes sociais que por ela transitam, detendo-se especialmente na situação dos moradores de rua, dos camelôs, dos desempregados. Por fim, um olhar sobre políticas públicas que tomam o teatro como instrumento de inclusão social, e grupos que fazem residências em albergues públicos, buscando na experiência dos excluídos sociais os elementos da elaboração cênico-dramática.

A primeira temporada, “O Teatro e a Cidade”, sedimentou o chão para toda a série. A partir dessa relação fundamental, tem início a prospecção de elementos constitutivos da arte. A começar pelas formas (ou não-formas) arquitetônicas de sua manifestação. Abre a segunda temporada, “Desconstrução do Espaço Cênico”, a palavra de cenógrafos, criadores de espaços propícios à ação dramática, dentro de um pensamento estético. A seguir são examinados os espaços convencionais: palco italiano, arena e espaço multiuso. Depois vem o histórico da transgressão à arquitetura convencional, com a desconstrução de espaços e sua transformação ideológica, começando pela montagem de “O Balcão”, dirigida por Víctor García e chegando ao Teat(r)o Oficina Uzina Uzona, de Zé Celso. Um capítulo é dedicado à tecnologia posta a serviço da poética, interferindo na linguagem e dando novos sentidos à ilusão espacial. Caminho que leva ao “não-lugar”, quando a manifestação cênica se realiza em movimento pela paisagem, e ao “espaço protagonista”, em que o próprio sítio da celebração dramática dá sentido à obra.

Nos “Territórios do Imaginário”, terceira temporada, atuam resíduos de fórmulas expressivas, como o circo-teatro e o teatro de revista, ideologias políticas, invenções de um teatro gestual que coloca no centro da manifestação a dança, tudo conduzido pela imaginação inquieta de valentes criadores. Começa pelo novo teatro político, que relê preceitos brechtianos e inserem novas linguagens, como o hip-hop, atualizando o discurso. Passa por coletivos que bebem nas fontes dos antigos pavilhões, com seus melodramas e tipologia definida, ou no teatro de revista, parente muito próximo dos pavilhões e do circo-teatro. Verifica as condições da existência dos circos tradicionais no cenário atual e o sentido do “novo circo”, que traz para dentro da expressão teatral elementos pertinentes ao picadeiro. Questiona o exercício de teatro-dança, ou dança-teatro, onde se estabelecem colóquios muitas vezes surpreendentes das duas linguagens. Chega ao híbrido, que sendo pura dança é teatro, e sendo puro teatro é dança.

“Entre Técnicas e Estilos”, quarta temporada, aborda o trânsito de técnicas, antes definidoras de estilos específicos, entre variações de linguagens. O purismo foi pelo ladrão: tudo vale a pena se a alma não é pequena, dizia Fernando Pessoa. Imagem poética que se aplica também na criação cênica, já que tudo está ai disponível, interessa saber que pensamento estético atua na fusão das técnicas – e a alma não pode ser pequena. Nem se deve usar técnicas diferentes sem o perfeito domínio das mesmas. Entram nesse ponto os mestres. Clowns, bonecos, máscaras, mímica, técnicas imprescindíveis à expressão dramática atual, são expostas e comentadas por mestres, dando ao especialista e ao leigo visão da natureza de cada uma e das possibilidades que lhes são inerentes. Um capítulo destaca a saga dos “brincantes na cidade grande”, na qual diferentes técnicas incidem naturalmente, por força da tradição telúrica ou comunitária.

A quinta temporada, “Paradigmas”, registra a história e os processos criativos de grandes companhias cuja atuação influenciou e influencia os novos criadores cênicos. Um olhar retrospectivo sobre o TBC-Teatro Brasileiro de Comédia e o Teatro de Arena, fundamentais à consolidação da modernidade conquistada pelo teatro brasileiro nos anos 40 e 50, assim como pela sua “nacionalização”. Ao Teatro Oficina, que sob a batuta de Zé Celso passou por enormes transformações até se tornar o Terreiro Eletrônico Teat(r)o Oficina Uzina Uzona. Ao Teatro Vento Forte, comandado por Illo Krugli. Ao CPT-Centro de Pesquisa Teatral, de Antunes Filho, na série representado pela vertente emblemática do Prê-à-Porter.

Teatro Vivo
O império do óbvio é invenção que o olhar mais atento destrói. Isso me pareceu claro durante a elaboração, a pesquisa e a realização do “Teatro e Circunstância”, em parceria com meu irmão de espírito e sensibilidade, o cineasta Amílcar M. Claro, produtor e diretor da série. De início nos propomos a falar de coisas que, embora óbvias, parecem confusas pela leitura desorganizada. Vamos organizar isso e mostrar de modo sistemático a real situação do teatro hoje. Uma idéia que os diretores da SESCTV compraram de imediato, porque vai ao encontro da proposta da emissora, de fugir ao comum e invadir áreas que a mídia convencional, mediada por visões mercadológicas, não alcança.

Saímos a campo com pauta bem definida, mas sem querer tornar verdade o suposto, a despeito da boa base e conhecimento que fundamentavam tal suposto. A estrutura aberta do projeto, que partia de pré-roteiros para chegar a roteiros definitivos depois da colheita, de ter em mãos os elementos fornecidos pelos personagens procurados, possibilitava alterações constantes. Mas não esperávamos tantas! Logo nos surpreenderam revelações indicativas de que o óbvio não corresponde à verdadeira natureza da coisa. Os depoimentos dos que entregaram a vida ao ofício, e o praticam no dia-a-dia, trouxeram revelações impossíveis de se obter com a vista (ainda que crítica e rigorosa) dos resultados estéticos. Pelo contrário: davam novos sentidos a esses resultados. Fossem depoimentos de jovens fazedores de teatro, como os integrantes do Grupo XIX, ou da Brava Companhia, ou do Tablado de Arruar; fossem de outros com mais estrada e condicionamentos ideológicos, como o Pombas Urbanas ou o Engenho Teatral; fossem de personalidades já consagradas, como Antunes Filho, Celso Frateschi ou Zé Celso, há sempre escaninhos, pontos de fuga e de força, propostas claras ou indefinidas que movem o fazer artístico e que o levam a regiões surpreendentes. O óbvio é desmascarado e resta ali o homem com seus questionamentos, com sua vontade de atuar no sentido do aprimoramento social e espiritual da comunidade. Surge a olhos vistos, despudorado e guerreiro, o teatro vivo.


Sebastião Milaré

Serviço:
Os capítulos da série “Teatro e Circunstância” são apresentados no SESCTV às 22 horas das terças-feiras e reprisados nos seguintes dias e horários: Quartas-feiras às 2 e às 16 horas; Quintas-feiras às 10 horas; Sábados às 18 horas; Domingos às 2, às 15 e às 22 horas.

Para sintonizar SESCTV
Canal 3, da Sky
Canal 137, da NET Digital, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro
Em outras cidades consulte: www.sesctv.org.br

Série completa:

Primeira temporada: O Teatro e a Cidade

Capítulo 1: “Agitação na Praça Roosevelt”
Participantes: Ariela Goldman, Bosco Brasil, Jairo Mattos e Lavínia Panunzio, criadores do Teatro de Câmara de São Paulo; Dulce Muniz, do Studio 184; Paulo Fabiano, do Teatro X; Ivan Cabral e Rodolfo Garcia Vazquez, de Os Satyros; Hugo Possolo e Raul Barreto do Espaço Parlapatões; Paulo Ribeiro, da Ópera Bufa. Depoimentos também de Fernanda D´Umbra, Mário Bortolotto; Phedra de Córdoba, Silvana Meirelles, que atuaram várias vezes em teatros da praça; Evanildo Aguiar da Silva (Breguesso) que fez ponte entre Os Satyros e a favela Pantanal. Depoimentos do arquiteto Rubens Reis (estudioso desse fenômeno urbano) e Luis Frugoli (que adaptou para o Teatro de Câmara o antigo cinema, e depois transformou antiga padaria no Espaço Parlapatões), de comerciantes estabelecidos na praça e de moradores, entre eles Dr. Enrique Rodolfo Marti, presidente da Ação Local.

Capítulo 2: “Pulsações Periféricas”
Participantes: Ademir de Almeida, Fábio Resende, Kátia Alves, Luciana Gabriel, Márcio Rodrigues e Rafaela Carneiro, pela Brava Companhia, do Parque Santo Antônio; André Mürrer, Beto Nunes, Danielle Salibian, Iraci Tomiatto e Luiz Carlos Moreira, pelo Engenho Teatral, do Tatuapé; Adailton Alves, Edson Paulo, Lu Coelho e Selma Pavanelli pelo Grupo Buraco d ´Oráculo, de Cangaíba; Adriano Paes Mauriz, Diego Rojas, Ellen Rio Branco, Juliana Flory Gonçalves da Motta, Marcelo Antônio de Almeida, Paulo Soares de Carvalho Jr., pelo Instituto Cultural Pombas Urbanas, da Cidade Tiradentes.

Capítulo 3: “A Conquista dos Espaços”
Participantes: Celso Frateschi, Roberto Lage e Sylvia Moreira, pelo Ágora Teatro; Erlon, Janaína Leite, Luiz Fernando Marques, Paulo Celestino, Renato Bolelli, Rodolfo Amorim, Ronaldo Serruya e Sara Antunes, pelo Grupo XIX de Teatro; Aglaia Pusch, Amauri Falsetti, André Azevedo, Camila Amorim, Christine Röhrig, Débora Ramos, Fábio Coutinho, Flávio Porto, Manoela Pamplona, Marcelo Lazaratto, Márcio Vinicius, Paulo Franco, Rogério Modesto e Tininha Calazans, pela Paidéia Associação Cultural; Eduardo Gomes, Graciana Magnani, Isadora Ferrite, Neusa Velasco, Paulo Faria e Sabrina Flechtman, pelo Pessoal do Faroeste.

Capítulo 4: “A Vida em Barão Geraldo”
Participantes: Alexandre Caetano, Daves Otani, Eduardo Osório, Moacir Ferraz e Verônica Fabrini, pela Boa Companhia; Andrea Macera, Eduardo Brasil, Esio Magalhães e Tiche Vianna, pelo Grupo Barracão de Teatro; Ana Cristina Colla, Carlos Simioni, Jesser de Souza, Naomi Silman, Raquel Scotti Hirson, Renato Ferracini, Ricardo Puccetti e Suzi Franki, pelo Grupo Lume; Abel Saavedra e Lily Curcio, pelos Seres de Luz.

Capítulo 5: “ No Olho da Rua”
Participantes: Azerutan, performer “estátua viva”; Georgette Fadel, Marcelo Reis, Mariana Senne, Patrícia Gifford, Paula Klein e Rogério Tarifa, pela Cia. São Jorge de Variedades; Ana Flávia Chrispiniano, Felipe Sant´Angelo, Mariana Leite, Pedro Felício, Pedro Granato e Silvia Leblon, pelo Grupo Ivo 60; Alexandra Tavares, Alexandre Dal Farra, Clayton Mariano, Felipe Riquelme, João Otávio, Lígia Oliveira, Martha Kiss, Rodolfo Amorim e Vitor Vieira, pelo Tablado de Arruar.

Capítulo 6: “Teatro e Inclusão”
Participantes: Pela Cia. São Jorge de Variedades os nomes citados acima; Andressa Ferrarezi, Daniela Giampietro, Maria Carolina Dressler, Maurício Hiroshi, Nei Gomes, Osvaldo Hortêncio, Osvaldo Pinheiro e Sandra Santana, pela Cia. Estável de Teatro; Ana Lúcia Lopes, Célia Gouveia, Evill Rebouças, Joca Andreazza, Luciano Gentile, Luiz Nogueira, Lydia De Santis. Márcio Aurélio, Paulo Marcelo e Susana Yamauchi, pelas Fábricas de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura; Ana Flávia, Claudia Alves, Daniela Biancardi, Expedito Araújo, Gabriela Flores, Ipojucan Pereira, Ivan Delmanto, Luciana Schwinden, Mara Helleno, Paco Abreu e Raquel Anastásia, pelo Teatro Vocacional, da Secretaria Municipal de Cultura.

Segunda temporada: A Desconstrução do Espaço Cênico

Capítulo 7: “Profissão: Cenógrafo”
Participantes: Daniela Thomas, Fábio Namatame, J. C. Serroni, José de Anchieta e Sylvia Moreira.

Capítulo 8: A Caixa Preta e Outros Espaços Convencionais
Participantes: Augusto Tiburtius (diretor de palco), Edson Elito (arquiteto), J. C. Serroni (cenógrafo), José Renato (encenador), Ney Bonfanti (iluminador), Paulo César Peréio (ator), Raul Teixeira (designer sonoro e administrador de teatro), Tunica (sonoplasta).

Capítulo 9: “Transgressões”
Participantes: Edson Elito, Jefferson Del Rios, José Celso Martinez Correa (Zé Celso), Paulo César Peréio, Sérgio Mamberti.

Capítulo 10: “Poética e Tecnologia”
Participantes: André Kitagawa e Mário Bortolotto, pelo Grupo Cemitério de Automóveis/”Chapa Quente”; Beto Firmino e Osvaldo Gabrielli, pelo Grupo XPTO; Otávio Donasci, pelas “videocriaturas” e “525 Linhas”; Marcelo Rubens Paiva e Ricardo Karman, por “525 Linhas”.

Capítulo 11: “O Não-Lugar”
Participantes: Otávio Donasci e Ricardo Karman, por “Viagem ao Centro da Terra” e “A Grande Viagem de Merlin”; Anderson Maurício, Evie Milani, Fernando De Marchi, Priscila Reis, Tatiane Lustoza e Vanessa Cabral, pela Trupe Sinhá Zózima.

Capítulo 12: “O Espaço Protagonista”
Participantes: Jefferson Miranda, pela Cia. Teatro Autônomo (RJ); Antônio Araújo, Denise Janoski, Eliana Monteiro, Fernando Bonassi, Guilherme Bonfanti, Luciana Schwinden, Luis Alberto de Abreu, Marcos Pedroso, Roberto Áudio, Sérgio de Carvalho e Sérgio Siviero, pelo Teatro da Vertigem.

Terceira temporada: Territórios do Imaginário

Capítulo 13: “O Novo Teatro Político”
Participantes: Helena Albergaria, Martin Eikmaies, Ney Piacentini e Sérgio de Carvalho, pela Companhia do Latão; Cláudia Schapira, Eugênio Lima, Luaa Gabanini e Roberta Estrela D´Alva, pelo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos.

Capítulo 14: “Nos Campos da Memória”
Participantes: Daniela Schitini, Eliana Bolanho, Juliana Contijo, Vera Abbud, Leris Colombaioni, por As Graças; Carlos Ataíse, Fernando Neves, Newton Moreno, Zé Valdir, por Os Fofos Encenam.

Capítulo 15: “Acrobatas e Palhaços, A Magia do Circo”
Participantes: Família Stankowich: Antônio, Carla, Kamila, Marlon e Zelândia, pelo Circo Stankowich; Família Baeta: Angel, Ariston, Celeste, Géssica, mais Marcos Antônio Gil, Marlene Querubim, Rejane Vargas, Ronaldo Aguiar e Rosana Jardim, pela Academia Brasileira de Circo / Circo Spacial; André Farias, Elena Cerântola, Gallo, Sílvia Ferreira, pelo Circo Vox.

Capítulo 16: “O Novo Circo”
Participantes: Lucciano Draetta, pelo Circo Navegador; Marco Vettore, pela Nau de Úcaros; Ricardo Rodrigues e Rodrigo Matheus, pelo Circo Mínimo.

Capítulo 17: “Colóquios do Drama com a Dança”
Participantes: Dinah Perry e Paulo Goulart Filho, pela Cia. Artistas do Corpo; Christiane Paoli-Quito e Tica Lemos, pela Cia. Nova Dança 4; e Renata Melo.

Capítulo 18: “Híbridos”
Participantes: Emilie Sugai, Fábio Mazzoni, Jacqueline Gimenes, Mariana Muniz e, pela Cia. Sandro Borelli: Daniella Rocco, Dudu Oliveira, Elisângela Ferreira, Elizandro Carneiro, Roberto Alencar, Sandro Borelli e Vanessa Macedo.

Quarta temporada: Entre Técnicas e Estilos

Capítulo 19: “O Clown de Cada Um”
Participantes: Bete Dorgan, Cida Almeida, Gabriel Guimard, Nora Prado e Luiz Carlos Vasconcelos.

Capítulo 20: “Brincantes na Cidade Grande”
Companhia do Feijão (depoimentos de Pedro Pires e Zernesto Pessoa); Inimar dos Reis; Sebastião Marinho; Tião Carvalho; Valdeck de Garanhuns.

Capítulo 21: “A Mímica”
Participantes: Alberto Gauss e Vanderli Santos, pelo Solar da Mímica; Luis Louis e Silvana Abreu, pela Cia. Luis Louis; Victor Seixas.

Capítulo 22: “O Império dos Bonecos”
Participantes: Mônika e Gaúcho, pela Cia. Caixa de Imagens; Luiz André Cherubini e Sandra Vargas, pela Cia. Sobrevento; Henrique Sitchin, pela Cia. Truks.

Capítulo 23: “As Máscaras”
Participantes: Ana Maria Amaral; Jair Corrêa; Miriam Fontana.

Quinta Temporada: Paradigmas

Capítulo 24: “Teatro Oficina Uzyna Uzona”
Participantes: Edson Elito; Etty Fraser; José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso); Miriam Mehler; Pascoal da Conceição; Renato Borghi.

Capítulo 25: “Rastros da História: TBC e Arena”
Participantes: Antunes Filho; Chico de Assis; Ilka Marinho Zanotto; José Renato; Nydia Lícia; Miriam Mehler.

Capítulo 26: “Teatro Ventoforte”
Participantes: Caíque Botkay, Dinho Lima Flor, Fátima Campidele, Ilo Krugli, Lizette Negreiros, Paulinho da Rosa.

Capítulo 27: “A Dialética da História: Prêt-à-Porter”
Participantes: Antunes Filho, Emerson Danesi, Gabriela Flores, Juliana Galdino, Marcelo Szpektor, Sílvia Lourenço, Susan Damasceno.


Foto: Cristiane Paoli-Quito e Tica Lemos, da Cia. Nova Dança 4, em depoimento para "Teatro e Circunstância".
 
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