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O CASAL PALAVRAKIS
:: O imaginário paradoxal desta época está em cena graças à ação de incontáveis grupos teatrais que desenvolvem projetos artísticos, por todo o país, buscando diálogo com a sociedade sobre questões primordiais do nosso tempo. Um desses grupos é o Teatro Kaus Cia. Experimental, que há anos vem se aprofundando sobre questões do teatro ibero-americano.
Ângelo Coimbra e Amália Pereira em O casal Palavrakis. Foto de Nubia Abe. :: Criado em 1998 em São José dos Campos, SP, pelo diretor Reginaldo Nascimento e a atriz e jornalista Amália Pereira, em 2001 o Teatro Kaus radicou-se em São Paulo. Na trajetória é perceptível a sucessão de projetos determinantes do seu trabalho cênico. O mais ambicioso foi o Projeto Fronteiras, abordando o teatro latino americano, do qual resultaram tradução, montagem e publicação de peças de Marco Antonio de la Parra (Chile), Edílio Peña (Venezuela) e Santiago Serrano (Argentina). O evento incluiu mesas de discussão com a presença desses autores. Provavelmente foi em consequência do aprofundamento no teatro latino-americano que o Teatro Kaus chegou à Espanha. Primeiro, com a montagem da peça de Fernando Arrabal O grande cerimonial, propiciando a presença do extraordinário dramaturgo em São Paulo. Depois, com Angélica Liddell, autora de geração mais recente que prossegue o delírio criativo de Arrabal, atualizando-o, porque nasce das mesmas circunstâncias históricas: a guerra civil espanhola e a ditadura de Franco, com seus desastres humanos focados desde a infância do cidadão. O Teatro Kaus levou à cena, pela primeira vez no Brasil, obra dessa espanhola, que é hoje referência da vanguarda mundial. A peça, “O casal Palavrakis”, vem sendo há um ano matéria de trabalho do grupo, que através da pesquisa intelectual e da fisicalidade cênica, chega finalmente ao lodo em que Liddell plasma coração, alma e rebeldia.
Há um acúmulo de paixões, levado sempre para o lado cruel e pervertido do ser humano, no teatro de Angélica Liddell. Suas transgressões beiram o caricato, mas quando o personagem se aproxima do abismo de clichês ou estereótipos, vem um sopro poético e profundamente humano que o faz voar, planar nas alturas, em vez de sucumbir nas profundas. Em sua dura e ené...  >> Clique aqui e leia mais.
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Notas sobre o Festival de Teatro de Havana, outubro de 2013.
Un encuentro con dos representantes de grupos latinoamericanos participantes en el Festival de Teatro de La Habana. Se trata del brasileño Alexandre Kavanji, director de la única puesta del gigante del sur presesnte en el FTH, con la puesta en escena Relampião, a cargo de las Compañías de Miolo y Paulicea, y del titiritero mexicano Emmanuel Márquez, de Figurat Teatro, que trae a la cita Fa
Viagem fascinante aos primórdios do teatro latino-americano moderno, o livro de Magaly Muguercia “Teatro Latinoamericano del Siglo XX” é indispensável ao pesquisador, estudioso ou profissional de teatro. A elegância da escrita de Muguercia não oculta, pelo contrário, evidencia a pesquisa sistemática e a postura científica da autora frente ao tema. Cliqui aqui e leia a resenha. Publicada em livro, finalmente, a histórica peça de Renato Vianna “A última encarnação do Fausto”. Obra marco do modernismo teatral brasileiro integra agora a coleção Dramaturgos do Brasil, da WMF Martins Fontes Editora, numa edição organizada por Sebastião Milaré. A apresentação de João Roberto Faria, coordenador da coleção, publicada na última capa do livro, é aqui reproduzida. Leia mais.
Um teatro dos tempos líquidos, parece boa definição para o novo espetáculo da Companhia de Teatro Heliópolis. Prosseguindo a linha de pesquisa dramática a partir de experiências comunitárias, o grupo chega a um plano poético que nos leva a muitas reflexões sobre a arte na cidade contemporânea.
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 :: Crítica :: 
 :: Território das contradições e ambigüidades, o teatro permanece no século 21 como espelho da humanidade. Esta é sua natureza, desde a origem. E por ter a natureza tão bem definida, permanece sempre igual por muito que se transforme. Mais do que isso: continua vital e necessário, a despeito de sua morte insistentemente anunciada. De fato ele morreu e morre incontáveis vezes, porque é humano; porém renasceu e renasce sempre, porque é divino, é eterno. Devaneios poéticos? Não, realidade bruta. Isto é o que se depreende da série “Teatro e Circunstância”.A idéia central da série foi investigar o teatro e as circunstâncias que hoje o determinam como
 :: Editorial :: 
 :: O crescimento do teatro, em todo o país, é notável. Grupos de ótima qualidade são encontrados por toda parte. O fazer teatral tornou-se um jeito de dialogar com a realidade na busca de compreendê-la e propor a transformação. Levas de jovens juntam-se a pessoas mais experientes com vistas ao aprofundamento na arte através do conhecimento, do aprendizado de técnicas, tornando a prática teatral desafio cotidiano. O espaço cênico e até os conceitos básicos de teatro passam por surpreendentes metamorfoses. Isso tudo vem gerando impressionante bibliografia, pois os próprios grupos sentem a necessidade de registrar em livros as suas experiências. Há
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