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Tema desta Edição

Renato Vianna
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A Última Encarnação do Fausto
Obras

 

O Teatro
Brasileiro
1918/38

Grandes Figuras
Grupos
Revisteiros
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O autor deste site pretende não apenas divulgar idéias, mas sempre que possível trocar idéias.
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Atenção! Artigos ou notas assinados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam, necessariamente, pontos de vista do autor e mantenedor deste site.

CANAIS COMUNICANTES: América Latina
 

Latinoamérica

 


CELCIT - Centro Latinoamericano de Creación e Investigación Teatral


Fundado na Venezuela em 1975, o CELCIT - Centro Latinoamericano de Creación e Investigación Teatral é um Instituto de Artes Cênicas a serviço da comunicação entre fazedores e pesquisadores de teatro da América Latina, Espanha e Portugal, visando a investigação, a formação, a promoção e a difusão das artes cênicas iberoamericanas no mundo.

Instituíram-se filiais de CELCIT em países da América Latina, Alemanha, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal e Estados Unidos. Embora autônomas, as filiais mantém comunicação informativa e ativa, buscando efetivar ações conseqüentes na esfera ideológica da instituição.


Monogamia
, de Marco Antônio de la Parra. Saiba sobre o espetáculo e leia o texto integral no site de
CELCIT.

O ideário que caracteriza a ação institucional propõe a integração iberoamericana, dando passos concretos no âmbito do teatro, paralelamente ao que se faz em outros terrenos. Porém, respeitando os destinos das culturas específicas, o ideário impede que a ação das filiais se sobreponha à de instituições nacionais onde desenvolvem seus trabalhos.


Nos vinte e cinco anos de sua existência, o CELCIT vem contribuindo de modo relevante para a aproximação do teatro entre nossos países que, tendo raízes e História comuns, encontram-se ainda tão distantes. Constitui importante instrumento de aproximação e de reconhecimento mútuo.

O Comitê Executivo Internacional de CELCIT é composto atualmente por: Maria Teresa Castillo - Presidente; Luís Molina López - Diretor Geral; Juan Carlos Gené - Diretor Adjunto; Orlando Rodriguez, Carlos Ianni, Elena Schaposnik, Héctor Rodriguez Manrique - Diretores; Verónica Oddó, Francisco Garzón Céspedes, Concha de la Casa - Delegados Especiais.

CELCIT - Argentina

Fundada em 1979, a filial argentina de CELCIT vem desenvolvendo intensa atividade que a destaca no conjunto da instituição no plano internacional.

Seu trabalho atende a várias necessidades do teatro argentino, incidindo na produção, co-produção e patrocínio a espetáculos; incentivo às manifestações inovadoras e experimentais, ação cujo expoente é La Movida - Festival Internacional de Nuevas Tendencias Escénicas (já com sete edições realizadas); busca de integração através da realização anual do Encontro de Teatro Iberoamericano, possibilitando ao público argentino acesso a espetáculos relevantes produzidos no âmbito iberoamericano (três edições realizadas); propicia o intercâmbio com a participação de mestres argentinos e estrangeiros no Instituto de Estudos Teatrais para a América Latina e com a promoção de encontros regionais e internacionais de diversas disciplinas cênicas.


Número 9 da revista Teatro/CELCIT

No terreno das publicações, igualmente se destaca com a edição da atraente revista Teatro/CELCIT, onde encontram-se artigos sobre teatro nos diversos países íbero-americanos, ensaios inteligentes e indispensáveis a quem pretende conhecer as manifestações dramáticas desse universo, foram editados quatorze números. Com  Dramática Latinoamericana (trinta números editados) e Teatro: Teoría y Prática (dois números), consolida o trabalho informativo e investigativo sobre o teatro latino-americano.


Esse trabalho tem sido reconhecido através de vários prêmios internacionais.

Desde ano passado, CELCIT - Argentina mantém um site na Internet, com notícias de eventos, análise de espetáculos, várias seções de interesse, além de textos integrais da dramaturgia latino-americana. O endereço que deve ser visitado é

www.celcit.org.ar

A diretoria de CELCIT - Argentina é composta por: Francisco Javier - Presidente; Carlos Ianni - Diretor; Alfredo Alcón, Osvaldo Bonet, Juan Carlos Gené, Lydé Lisant, Onofre Lovero, Alberto Segado - Conselho Assessor.

Contatos:

Bolívar 825, (1066) Buenos Aires. Argentina

Telefax: (5411) 4361-8358

e-mail: correo@celcit.org.ar

 

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Utopos -
Sitio de las artes en Bolívia


Utopos nasceu da Primeira Reunião Nacional com diretores e representantes de grupos teatrais das principais cidades da Bolívia, em 1998.

O nome grego, que se traduz "utopia", foi eleito "porque nossas artes não a têm [utopia], mas deveriam tê-la", segundo consta da apresentação de Utopos em seu site.

Ubu en Bolívia, direção de César Brie, Teatro de los Andes.(Foto publicada no site Utopos)


E sua utopia se configura, de início, na formação de uma rede congregando os grupos profissionais bolivianos de teatro e dança.

Os trabalhos da Utopos abarcam também a música e as artes plásticas, mas o principal campo de ação é o teatro e, para os estrangeiros, representa a porta ideal de entrada ao teatro praticado na Bolívia. Aliás, uma das funções da Utopos é, exatamente, propiciar a relação dos grupos bolivianos com profissionais de outros países.

Saiba mais sobre essa associação visitando a homepage

http://www.utopos.org/Teatro.htm

Para contatar UTOPOS:

Casilla 1196 -- La Paz -- Bolívia

Tel/Fax: 591 2 43 29 13

E-mail: utoposbo@hotmail.com

 

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Teatro Maya - México

"A pesquisa da história do nosso teatro em todas as suas épocas nos apresenta não somente uma série de surpresas e um material aparentemente inesgotável como, sobretudo, muitas e fascinantes interrogações", disse Maya Ramos Smith. E sua afirmação é citada, com pertinência, na abertura do ensaio Ritualidad y Teatralidad en la cultura Maya Peninsular, de Fernando Muñoz Castillo publicado por Artes e História - Foro Virtual de Cultura Mexicana.


Realmente a história dos teatros nacionais da América Latina deve ser aprofundada. Com o estigma de "cultura periférica", nossos intelectuais andaram muito tempo de olhos voltados para as "metrópoles", dedicando pouco ou nada da sua energia à investigação da própria cultura dramática. Isso começou a mudar nas últimas décadas, resultando avanços nesse campo do conhecimento, mas a passos lentos, apenas rompendo de leve a superfície. O grande trabalho de investigação e interpretação dos fenômenos dessa história ainda está por se fazer e deverá ser realizado sobre uma base comum: a "pré-história" do nosso Continente, a experiência cultural dos povos nativos antes de as caravelas espanholas e portuguesas invadirem suas praias.


O ensaio de Muñoz Castillo levanta um dado curioso " que pelas evidências reunidas deixa de ser apenas hipótese " sobre a provável existência de teatro formal na civilização Maya. Não se trata de manifestações ritualísticas com elementos dramáticos, mas de um tipo específico de representação teatral. Por certo um teatro bastante diferente daquele que os missionários (franciscanos no México, jesuítas no Brasil) europeus se serviram no trabalho de catequese. Uma forma teatral mais ligada às do Oriente.

Em El Teatro Missionero, o autor propõe novos argumentos sobre a possibilidade de uma prática teatral pré-colombiana, que teria inclusive ajudado aos missionários na implementação do teatro de catequese, pois ali existiam já homens de teatro e platéia acostumada a "ver teatro".  E em La Cabeza de Cochino, descreve uma manifestação dramática, incorporada ao folclore mexicano, que traz signos e conceitos vindos provavelmente do Teatro Maya.

Nota: As fotos que ilustram esta página forma extraídas do site Arte e História, sendo creditadas a "Canto, Danza y Musica Precortesianos", de Samuel Martí (FCE, México, 1961).


De fato o horizonte vislumbrado é de uma civilização evoluída que, nas Américas, talvez só encontrasse paralelo na civilização Asteca. Mas quem pode garantir, em sã consciência, que nossos "atrasados" povos tupi-guaranis não teriam também o seu teatro? Este não é um desafio que vale a pena enfrentar? Até porque, é abundante na cultura brasileira, ou no cotidiano do brasileiro de hoje, a herança devida aos povos indígenas. São elementos tão integrados, que passam quase desapercebidos. Não teriam nossos índios facilitado grandemente o trabalho de Anchieta por estarem familiarizados com formas dramáticas, ainda que rústicas?

antaprofana propõe a questão. Se você tiver algo a dizer sobre isso, se por sorte já desenvolveu pesquisas nesse campo, por favor contate-nos. Com o maior prazer colocaremos na roda esse material. E aos amigos latino-americanos de língua espanhola, igualmente formulamos aqui esse convite.

Mas, tendo ou não material a respeito, tenha a curiosidade. E visite o site de Artes e História - Foro Virtual de Cultura Mexicana. O endereço é: http://www.arts-history.mx/teatromaya/home.html Além do fascinante ensaio de Fernando Muñoz Castillo, nele você terá informações sobre o teatro mexicano atual, grupos, associações de classe e artigos interessantes.

SM

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